
Fergie no Brasil…
Março 15, 2008Fergie está no Brasil lançando um celular da Motorola e ontem fez um um show para convidados em São Paulo de seu CD solo “The dutchess”" no Via Funchal. Em coletiva a impremsa, Fergie disse nesta quarta-feira que adoraria trabalhar com o rapper brasileiro MV Bill e também revelou que pretende aparecer nas telonas futuramente. (Imagina Fergie no cinema? Quero ir na estréia!!!)- Estudei teatro e fazer cinema está definitivamente em meus planos. Mas não quero apressar as coisas. Aos 33 anos, a cantora disse que esse era o seu número da sorte e aionda falou sobre seu noivado com o ator Josh Duhamel, Fergie contou que a data de casamento ainda não foi marcada e que certamente não será neste ano. - Acabei de comprar minha primeira revista de noivas - brincou, dizendo que ainda nem contratou um profissional para planejar a cerimônia de casamentos. A cantora acredita que o futuro da música está nos dispositivos móveis, como celulares, e avaliou o lançamento do álbum do Radiohead, diponibilizado para download na internet ao preço que os fãs quisessem pagar, como genial.
- Os fãs sempre querem contribuir de alguma forma. E nós músicos temos que entender que não vamos ganhar dinheiro apenas fazendo discos, mas também com turnês - disse.
Ao entrar no palco, Fergie diz: “Estou muito Feliz em ver vocês aqui no meu primeiro show solo”, . Adolescentes lotaram a pista e convidados famosos ficaram na área VIP, como por exemplo Sabrina Sato, Marisol Ribeiro, Karina Bacchi, Leonardo Miggiorin, Eliza Joenck, Marcele Bittar e Juliana Imai curtiam a apresentação no camarote.Além de mostrar seu potencial vocal, Fergie ainda mostrou seu rebolado, dançanso até o chão (loucura…)Fergie tinha revelado em coletiva que gostaria de gravar com MV Bill, que também foi assistir ao show. “Ainda não rolou nada, por enquanto só rolou a afinidade e o desejo, por iniciativa dela. Não sei se vamos fazer rap ou um outro estilo musical“, disse MV Bill, ao assumir que é fã da romântica “Big Girls Don’t Cry“.Ela veio acompanhada de quatro músicos e dois casais de dançarinos. Apesar de convidar a platéia a mexer os quadris com a requebrada que já virou sua marca, Fergie não arrisca grandes passos de dança, deixando para os bailarinos as manobras mais complicadas. Depois da baladinha “Clumsy” e do hit “My humps”, faixa do álbum “Monkey business”, do Black Eyed Peas, a cantora sai de cena para trocar de roupa.
De volta ao palco, toda de preto e com botas de cano alto, Fergie entoa os primeiros versos de “Live and let die”, composição de Paul McCartney que ficou conhecida na interpretação do Guns N’ Roses. O pot-pourri de clássicos do rock inclui ainda trechos de “Black dog”, do Led Zeppelin, “Santeria”, do Sublime, e “Start me up”, dos Rolling Stones.Metais estridentes entram em cena assim que Fergie anuncia: “como vocês sabem, eu passei por um período meio dark na minha vida”. Começa “Voodoo doll”, faixa de atmosfera ska, enquanto o telão exibe imagens desfiguradas e os dançarinos se apresentam mascarados, como se fossem fantasmas ao redor da cantora. O clima jamaicano continua em “Mary Jane shoes”, até que Fergie resolve pedir mais rock ‘n’ roll, virando uma estrela no meio do palco – o ápice de sua performance – e fazendo pose de rockstar.
Chega a hora de trocar o figurino novamente: sai a cantora, entra um dos bailarinos, que faz as vezes de MC e forja uma jam com cada um dos músicos. Um vestido curto com as costas à mostra é o look escolhido para apresentar outras canções de seu álbum solo: “Glamorous”, “Big girls don’t cry” e a apimentada “Fergalicious”. Então, a pose de roqueira dá lugar à atitude de rapper. Fergie aproveita para mostrar a boa forma, mas sempre com um ar comportado. Tanto que o “gran finale” fica por conta de uma baladinha (”Finally”), no melhor estilo Mariah Carey.
Vou só observando e anotando tudo…







