Uma das autoras da pesquisa, Eliana La Ferrara, do CEPR e da Universidade Bocconi em Milão afirma que os folhetins, tiveram certamente um resultado mensurável no número de crianças desejadas pelos brasileiros.
Isso é evidenciado por censos e outros dados de mostragem, que mostram que em 1960 a taxa era de 6,3 filhos por mulher. Em 2000, 2,3 filhos por mulher. As novelas também influênciam de forma surpreendente a escolha dos nomes dos recém-nascidos. (isso é até preocupante…)
Sabe-se que as novelas possuem um papel importante para a conscientização da população a respeito de vários temas, como drogas, HIV e homossexualidade, por exemplo. Mas, não acho justo que esse peso seja dado às novelas. Em 1960, o “modelo” de mulher era diferente. As mulheres nasciam e eram criadas para cuidar de sua casa, marido e filhos. Mulheres normalmente não saiam para trabalhar… A mulher foi tornando-se independente e tendo muitos filhos, atrapalharia em sua rotina de trabalho.
Farmarcos (Colaborador)








